IOGURTE GREGO

O iogurte grego é uma mania que se espalhou, a partir de uma pequena loja no subúrbio de Nova York, para todo o país e agora começa a invadir o Brasil.
Esse iogurte, mais espesso, conquista fãs pela cremosidade, mas é preciso separar gregos de troianos pois, o termo "grego" pode abarcar iogurtes de estilos muito diversos.
Nos Estados Unidos, a maior parte dos iogurtes gregos tem alto teor de proteína e baixo teor de gordura. Na Europa, predomina o iogurte grego com alto teor de gordura e nível normal de proteína. No Brasil, por enquanto prevalecem os produtos com tanto ou mais gordura que o iogurte tradicional.

O iogurte  não é uma prerrogativa grega ( a palavra é de origem turca ), ele nasceu nos Bálcãs, região que inclui a Grécia, mas com boa vontade vai da Turquia à Áustria. O país com mais tradição de iogurte caseiro é Bulgária. Dos Bálcãs ao Oriente Médio foi um pulo.
O Ocidente então se interessou pelo alimento, passando a consumi-lo principalmente em preparações industriais adocicadas e com sabor de frutas.

O iogurte grego é drenado, ou seja, depois de fermentado, é colocado num saco de pano para que o soro escorra  - e com ele se vão os açúcares e o sódio diluídos, e sobra um produto com concentração maior de proteína . Na maioria do Mediterrâneo oriental esse iogurte drenado se confunde com a coalhada seca. É inclusive chamado pelo nome desta, labneh, e pode ser feito de leite enriquecido com nata ou leite em pó.
Mas por quê chamá-lo de grego, se nós o conhecemos a mais tempo por coalhada seca?? Talvez porque o grande público americano teve contato com o produto no fim dos anos 90 quando entrou no mercado o grupo grego de laticínios Fage.
Em breve, variações do produtos estarão disponíveis em mercados de todo o mundo, enquanto isso não acontece, é bom ficarmos atentos a composição dos existentes, ja que na atualidade brasileira, o grego não é assim tão magro! APROVEITEM!


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